terça-feira, 11 de setembro de 2012


Que tipo de líder é você?

Existem várias formas de ser gestor. Faça o teste a seguir e descubra como seu estilo influencia as atitudes da equipe. 


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Jogos no Linux

Os jogos a seguir são muito legais para trabalhar com os alunos no Linux!!


Algumas sugestões. Siga os seguintes passos:


Na página acima clica nos três cubos - multidisciplinar - série educacional 
(Gcompris)

Sugestão 1:

Relacionar as figuras com as palavras correspondentes.


Clica na vaquinha com as letras e depois no Sol amarelo, quarto jogo.

Sugestão 2:

Sequencia numérica.
Clicar no pinguim, depois no triangulo e quadrado e aí no quadrado amarelo, primeiro jogo da segunda linha.

 
Sugestão 3: 

Completar a palavra com aletra que está faltando.

Clicar na vaquinha com as letras e  depois no jogo "A ? C", o primeiro na segunda linha.

Sugestão 4:

Raciocínio lógico.





Clicar no ursinho e depois no quadrado branco, último jogo na segunda linha.


Sugestão 5:

Mosaico, repetir as cores indicadas. Ótima atividade para identificação de cores.


Clica no pinguim, depois quadradinhos coloridos e no segundo jogo dos quadradinhos também.

Essas são apenas algumas sugestões, mais existem várias outras opções que com certeza os alunos irão gostar.






segunda-feira, 10 de setembro de 2012


Educadores não podem temer novas tecnologias

Editora Salete Toledo diz que escolas precisam se abrir às novidades - que alunos já dominam

Nathalia Goulart
Aumenta número de alunos na pré-escola e no ensino médio em duas décadas de estatuto
A educação não pode mais ser planejada no contexto da "era de Gutemberg" - ou seja, dos tipos móveis e, portanto, do livro de papel. Na visão de Salete Toledo, especialista em educação e editora executiva da Edições SM, é preciso pensar o ensino em constante contato com as novas tecnologias e mídias. Para isso, os currículos escolares precisam assimilar as tecnologias, o que, na visão de Salete, demanda transformações nas intituições de ensino. "Nossa escola segue um modelo fechado. Precisamos de um ambiente onde possam circular mais informações, e essas informações estão fora dos muros da escola", diz a especialista, convidada a falar sobre o tema em um painel especial da Bienal Internacional do Livro de São Paulo, que se encerra neste domingo. Confira a seguir os principais trechos da entrevista com ela.
No âmbito da educação, as novas tecnologia vêm sendo aplicadas de maneira efetiva no Brasil?
De maneira geral, o uso das mídias ainda não é efetivo. Existem algumas experiências em curso, mas são projetos incipientes e ainda há um longo caminho a ser percorrido. O projeto Um Computador por Aluno, por exemplo, é uma experiência efetiva. Também temos escolas – principalmente as particulares – que usam recursos para ministrar aula interativas, como as lousas digitais. Essa realidade, porém, ainda não está disponível para todos os estudantes e professores.
Uma recente pesquisa da Fundação Victor Civita mostrou que 72% dos entrevistados não se sentem seguros em utilizar computadores na escola. Como a senhora enxerga essa situação?
Ainda existe um investimento a ser feito na formação dos professores. Algumas universidades começam a tratar das novas tecnologias em seus currículos, mas esse ainda é um fenômeno muito recente. A dificuldade dos professores é fruto de falta de conhecimento.
Quais os maiores desafios em matéria de integração da tecnologia às escolas?
A primeira dificuldade está na escola. Nossa escola hoje é uma escola fechada e com horários determinados. Precisamos de um ambiente onde possam circular mais informações. E essa informações estão fora dos muros da escola. É preciso pensar também em uma mudança de currículo e da forma como encaramos a escola. O papel do professor mudou – ele já não é mais o detentor do conhecimento, mas apenas o mediador e precisa de orientação para isso. Essa é a grande reflexão que precisa ser feita: dentro dessa nova realidade, o que podemos fazer para ajudar esse professor a se aproximar dessa realidade tão viva que está fora da escola? Os desafios são variados, vão desde o material que o docente não possui até a própria visão do que a escola é. Esses são os grandes desafios – e eles são grandes mesmo!
Temos bons exemplos de professores que já incorporaram a tecnologia? 
Conheço professores, jovens principalmente, que já tomaram essa iniciativa. Outro dia, um professor de inglês me contou que pede para seus alunos consultarem um dicionário no celular. Isso é proibido em outras escolas, mas ele conseguiu dar a isso uso significativo dentro da aula. Ele deu sentido à tecnologia. Muitas vezes, o aluno se perde no uso do computador e da internet na sala de aula porque falta sentido e foco na atividade.
Os celulares já são amplamente acessíveis e oferecem muitas possibilidades - fotos, filmagens, mensagens e mesmo a internet. Contudo, a maioria das escolas prefere proibi-los, assim como o uso das redes sociais e de outros aparatos. Essa é uma atitude correta?
Proibir o uso do celular é nadar contra a corrente. O jovem usa o celular da mesma forma que usa boné. Precisamos descobrir maneiras de usá-lo pedagogicamente. E ele pode ser uma ferramenta importante para trabalhar a questão do conhecimento colaborativo. Vivemos em uma era digital, já não é o conhecimento particular e individual que prevalece. E o celular é isso, é uma forma de transmitir conhecimento. Claro que algumas escolas proíbem porque não sabem o que fazer com o aparelho.
Em termos de tecnologias na educação, o que se deve evitar?
É preciso ter muito claro o objetivo de cada proposta ou tudo fica muito solto. Se o aluno tem foco, ele não vai usar a internet pra procurar outras coisas além daquilo que está sendo pedido. Se o professor der foco, os conhecimentos se tornam significativos. O que o professor deve evitar, então, é deixar tudo muito aberto e assim se distanciar do universo do aluno. O professor tem que se aproximar para conquistar o aluno.

sábado, 8 de setembro de 2012


Tecnologia pode ajudar na educação

São Paulo tem deficiências crônicas na área da Educação. Entre elas, o analfabetismo e o fato de 20% dos alunos do ensino público virem de áreas consideradas de alta vulnerabilidade social e não haver políticas voltadas para este segmento, alerta a presidente do Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária (CENPEC), Maria Alice Setubal. Para ela, São Paulo está "um século atrasada" em comparação com outras grandes metrópoles.
Para a especialista, uma maneira de resolver esse problema e aproximar o mundo dos jovens e a escola, é investir em novas tecnologias. "Com as novas tecnologias você pode trazer o ensino ao ambiente delas", prega. "Hoje, a escola não tem sentido. (Ela deve) formar cidadãos que possam contribuir para questões atuais, como sustentabilidade e conviver com diferenças. É importante pensar valores dentro da escola. Diálogo, não violência, convivência. Pontos para pensar o que é uma educação contemporânea que faça sentido", diz.
Dentre as tecnologias que estão no mercado brasileiro, uma vem despertando a atenção dos educadores e gestores públicos e privados pelos resultados alcançados na transformação de conhecimento em soluções. Criada em Israel há 17 anos, a metodologia Mind Lab, batizada no Brasil de MenteInovadora, já foi adotada por milhares de escolas em mais de 30 países. Mais de 10 mil professores foram treinados e certificados, e mais de 2 milhões de estudantes utilizam essa metodologia para melhorar suas habilidades de raciocínio.
No Brasil, o Programa Menteinovadora vem sendo implantado desde 2006 em escolas públicas municipais e estaduais, bem como em escolas da rede particular de ensino. Estudos realizados pelo Instituto de Avaliação e Desenvolvimento Educacional (INADE) no Brasil apuraram o impacto da utilização, durante três meses letivos, dessa metodologia, nos níveis de aprendizagem de matemática e língua portuguesa para além do esperado para o período, considerando a escala SAEB.
"Hoje, entrando no século XXI, a sociedade mudou e as necessidades são outras. É imprescindível transformar a prática da sala de aula para dar conta destas novas demandas e contemplar estes novos saberes sobre o aprender e o ensinar.", destaca Sandra Garcia, Diretora Pedagógica da Mind Lab.
Integral - Além da aposta em novas tecnologias, a presidente do Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária defende também que a prefeitura adote ações específicas para territórios de alta vulnerabilidade social, onde estão cerca de 20% das crianças na capital. "Tem que haver um grande esforço de capacitação dos professores locais, materiais específicos, ampliar o universo cultural das crianças e dos professores", defende Maria Alice como resposta a essa situação.
Outro conceito que Maria Alice defende para as escolas do município é o que chama de educação integral. Ela define essa modalidade como "pensar uma escola articulada com uma visão mais contemporânea, mais interconectada". Em sua opinião, "a sociedade é mais compartimentada, tem que haver projetos intersetoriais (na sala de aula)". E defende ainda a revisão do tempo em que a criança passa na sala de aula. Para ela, o ideal é uma jornada de sete horas. "Educação integral é pensar a escola inserida na sua comunidade", ressalta.


sexta-feira, 7 de setembro de 2012


TESTE

Você está pronto para utilizar a tecnologia na Educação?

Os computadores e ferramentas como a internet estão cada vez mais presentes nos processos de ensino e de aprendizagem. O teste a seguir ajuda você a avaliar se já está integrado a esta onda de novidades.

http://revistaescola.abril.com.br/testes/tecnologia-educacao.shtml

 


"A educação é aquilo que sobrevive depois que tudo o que aprendemos foi esquecido." (Burruhs Frederic Skinner)




http://blogdoevandrofarias.blogspot.com.br/2011/04/so-educacao-para-salvar-ese-pais.html